sábado, 14 de novembro de 2015

7 DICAS PARA FAZER O CABELO CRESCER







Oizinho minhas lindas, voltamos com tudo, decidi colocar 
dicas de como acelerar o crescimento do cabelo, porque   
muitas de vocês sofrem por esperar e esperar e os lindos  
bebelos não cresçem, rs..


Ai vai 7 dicas básicas pra o crescimento dos seus cabelos:


1. Comer mais alimentos ricos em proteínas

Os alimentos ricos em proteínas, como carne, peixe, leite, ovos e iogurte, são necessários para formar a matriz capilar que dá origem ao cabelo , por isso, ao ingerir uma maior quantidade deste nutriente os fios tendem a crescer mais rápido e mais bonitos.
Confira uma receita simples para facilitar o crescimento do cabelo em: Suco de cenoura para o cabelo crescer mais rápido.

2. Massagear o couro cabeludo ou pentear o cabelo

Durante a lavagem dos fios, deve-se fazer uma boa massagem em todo o couro cabeludo com as pontas dos dedos porque isto aumenta a circulação sanguínea local favorecendo o crescimento dos cabelos. Quem não lava os cabelos todos os dias pode pentear os cabelos durante alguns bons minutos, diariamente, porque este hábito também melhora a circulação sanguínea no couro cabeludo.

3. Tomar vitaminas para o cabelo crescer

As vitaminas, como Pantogar e Innéov nutricare, são excelentes para fazer o cabelo crescer porque nutrem a raiz dos cabelos e melhoram a circulação sanguínea da região, o que leva o cabelo a crescer mais rápido. Veja como usar uma de uma destas vitaminas em: Pantogar.
Veja também a receita desta deliciosa vitamina para fortalecer o cabelo:

4. Usar corretamente o condicionador

Não se deve colocar condicionador na raiz porque isso dificulta a circulação sanguínea no couro cabeludo e o crescimento dos fios. Por isso deve-se aplicar o condicionador e o creme sem enxágue, no mínimo, 4 dedos após a raiz do cabelo.

5. Deixar de fumar e evitar usar bonés

Deixar de fumar e de ficar perto de quem fuma também é importante porque o cigarro prejudica à saúde e danifica os cabelos, deixando-os mais fragilizados e quebradiços. O hábito de usar chapéus e bonés pode abafar a raiz dos cabelos, dificultando o seu crescimento, e aumentam o risco de desenvolvimento de fungos e, por isso, devem ser evitados.

6. Prender o cabelo

Prender o cabelo fazendo um rabo de cavalo ou uma trança, por exemplo, exerce uma pressão moderada nos fios que pode facilitar o crescimento, mas é preciso ter cuidado porque, se houver muita pressão, o cabelo pode quebrar ou cair.
No entanto, não é recomendado prender o cabelo quando ele estiver molhado porque isso também pode facilitar o desenvolvimento de fungos, fragilizando o cabelo e deixando um cheiro menos agradável.

7. Hidratar o cabelo 1 vez por semana

Hidratar os fios semanalmente com uma máscara adequada para o seu tipo de cabelo é importante para que o cabelo cresça bonito e não fique danificado. Após lavar os fios com shampoo e condicionador, deve-se enxaguar muito bem, até que não fique nenhum vestígio de creme nos cabelos porque os resíduos podem dificultar o crescimento dos cabelos. Para fazer uma hidratação adequada veja como saber seu tipo de cabelo.
Indivíduos com cabelos muito crespos ou afro podem achar que seus cabelos demoram muito tempo para crescer, porque eles vão se enrolando naturalmente desde a raiz, mas isso não quer dizer que não cresçam normalmente.
Espero que gostem e curtam bem muito os cabelos longos, thauzinho virtuosas :*
-Jiselly Silva 

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

1ª Parte - Quando parecia ser o fim (Jasmine)

O meu nome é Jasmine e estou na Universal desde os 6 anos e desde pequena sempre fui alguém em que podiam contar, até na EBI sempre era chamada para participar nas apresentações da EBI lá estava eu, sempre pronta a dar o meu melhor em tudo o que fazia. Fazia tudo com o meu melhor!! O tempo passou e eu fui para o grupo de P.A (o antigo TF), estava lutando para me firmar, a buscar o Espírito Santo só que o mundo brilhava muito aos meus olhos. Eu pensava que estava firme mas o mundo ainda me chamava a atenção. Na altura éramos 3 meninas e 1 rapaz sempre dando o seu melhor e lutando para se firmar. A minha mãe estava solteira e nesse altura encontrou alguém que se tornou meu padrasto.
Nessa altura, a minha mãe estava de obreira e devido a uma injustiça que aconteceu na Obra, minha mãe foi tirada de obreira e o meu padrasto que não estava firme ainda pensou que "Poxa até na igreja acontecem injustiças, logo um lugar onde as pessoas deveriam ser justas!" e isso fez com que ele ficasse muito chateado e com raiva de tudo o que tinha a ver com a Universal e se afastou. Uns tempos depois, mudámos de casa. Fomos morar no campo e cada dia que passava a situação em casa ficava pior, eram brigas a todo o instante, era discussões, o ambiente estava terrível, do pior mesmo não havia sequer um dia de paz, não havia sossego algum, nós passamos um inferno dentro daquela casa. Quando saiamos para ir para a IURD e chegávamos um pouco mais tarde já era motivo de briga, gritos e discussões. Ele dizia-nos palavrões horríveis e isso doía muito... Cada dia a situação ficava pior..
A minha relação com o meu padrasto estava cada dia pior, mas ele não era assim desde sempre, antes nos tratava muito bem: era carinhoso, levava-nos para passear mas de um momento para o outro ele virou a cabeça completamente, mudou totalmente para o pior, transformou-se num homem horroroso. Até que, a minha mãe saiu do campo e foi para a cidade e eu e os meus irmãos tivemos que ficar lá com o meu padrasto, ele era bem pior comigo, não era tão ruim com os meus irmãos. Mas ele me odiava muito, se não tivesse o almoço pronto na hora certa já era motivo de discussão, gritaria, palavrões para tudo que era lugar. Outros momentos em que eu e minha irmã limpávamos a casa, quando ela terminava ela sentava no sofá para descansar mas se eu sentasse no sofá para descansar ele já me criticava e me mandava ir trabalhar. Nessa altura ele até nos proibiu de ir na igreja... Nós nos dávamos cada dia pior mal, até que um dia ele me disse: «Tu nunca vais ser ninguém na vida, o motivo das nossas brigas aqui em casa és tu.» Essas palavras me marcaram tanto que eu nunca esqueci...

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 8º Capítulo (último)

A minha relação com o pastor Bruno era totalmente diferente do meu antigo relacionamento. Em cada conversa nossa eu via o cuidado e zelo de Deus connosco. Foi tudo muito rápido, namoramos e logo logo nos casámos. 
Eu sou muito grata àquela Esposa que me ouviu, limpou minhas lágrimas e me acolheu em sua casa como se fosse sua filha. Ela me amou como o Senhor Jesus amou a Sua igreja e pela sua fé eu fui salva. Porque mesmo estando de obreira eu não sei se naquele momento eu teria sido salva. 
Meninas, o conselho que vos posso dar é que não prestem atenção aos vossos sentimentos, mas sim à fé que Deus colocou dentro de cada uma, não deixem essa chama, essa fé se apagar mas mantenham-na acessa a partir da vossa comunhão com Deus e Ele irá vos honrar. Cuidado, pois o diabo sempre vai armar ciladas para derrubar aqueles que são de Deus e até colocar em vossos caminhos pessoas que aparentemente estão na fé. Mas aquelas que estão conectadas com Deus a todo o instante, essas são fortes! Esteja sempre no Espírito e Deus irá te revelar aqueles que são de Deus e os que não. Eu dei ouvidos ao meu coração e não à fé. Espero que o meu testemunho tenha vos ajudado! Deus abençoe a todas!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 7º Capitulo

Teve um dia em que a minha Big me chamou, e falou:
- Querida Sofia, eu e meu esposo vamos estar nos mudando para a Europa, para França e a obreira que nos ajudava em casa saiu para casar. Será que você aceitava vir connosco e me ajudar em casa?
Eu nem pensei duas vezes, eu vi a minha oportunidade ali! Eu aceitei logo, afinal oportunidades assim não surgiam todos os dias. No dia que completei 21 anos nós estávamos viajando, a Esposa, eu e o Bispo e sua filhinha a caminho da Europa. 
Fiquei com eles 10 anos, servia a Deus como obreira e sempre os auxiliava em casa e ficava muito tempo com a filhinha deles que logo me apeguei muito a ela! Eles me tratavam como uma filha, me levavam sempre junto, e mais importante que tudo sempre me ajudaram muito a superar os meus complexos que eu ganhei depois do divórcio. 
O Bispo era um homem exemplar, um exemplo de servo, de humildade e a Esposa era um doce, uma mulher super atenciosa e sempre pronta para ouvir e ajudar. Eles sempre estiveram do meu lado nesses 10 anos. 
Durante 10 anos eu não me interessei por nenhum pastor, nenhum pastor se interessou por mim, mas eu cria nas promessas que Deus tinha para a minha vida, eu cria na vitória. E com 32 anos, a Esposa me apresentou a um pastor que estava chegando ao nosso país na época, pastor Bruno. Incrível que esse pastor era 3 anos mais velho que eu. O que é raro de encontrar, um pastor solteiro com 35 anos. Eu vi nele a minha oportunidade, mas dessa vez eu não ia mais ser impulsiva, eu não ia agir mais na emoção, eu ia agir pela fé! E foi isso que eu fiz, não dei brecha para os meus sentimentos, nem sequer por um momento. Eu e o pastor Bruno orámos durantte 3 meses e ela era muito de fé, ele respeitava as autoridades da igreja, eu nunca ouvi ele reclamar de nada, ele passava sempre a sua fé para mim, e sempre me ensinava através de suas atitudes o que eu deveria fazer. 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 6º Capítulo



Até que um dia numa reunião de graciosas do Godllywood mudou tudo. No final a Big fez algo que nunca tinham feito até então: Ela chamou quem estava muito mal, mal espiritualmente ao ponto de estar prestes a desistir de tudo. À medida que ela ia falando, cada palavra se identificava mais comigo. Então eu me levantei e fui perto dela sem sequer pensar duas vezes, afinal eu queria uma mudança, e não tinha forças para continuar. Eu fui a única que fui na frente. Ela mandou todas as outras meninas embora e ficou ali só comigo, sentamos e eu chorei muito, contei para ela tudo o que estava dentro de mim, que me sentia angustiada por não conseguir servir a Deus nas pequenas coisas como eu amava fazer antes, não conseguia estar bem comigo mesma. O olhar dela parecia me entender tão bem que eu não tive medo de falar e falei tudo, mas tudo mesmo! Ela disse-me que eu tinha que parar de pensar para mim, de ser egoísta e Servir a Deus ganhando almas porque Ele esperava que eu cumprisse o chamado que Ele me fez.
E foi isso que eu fiz, parei de viver uma vida de chorar a toda a hora e foquei no alvo. 
O Pastor me autorizou a vestir de novo uniforme e trabalhar nas reuniões. Eu passei a dar o meu tudo. Eu voltei às antigas obras, ao primeiro amor, bem quando eu fui levantada a obreira. Santificava-me sempre antes de vestir o uniforme e de trabalhar em qualquer reunião que fosse. Eu dei o meu melhor para com as meninas e Sras da igreja que vinham me pedir atendimento. E aí eu fui fazendo para Deus sem esperar nadarem troca até que Ele me abençoou de forma grandiosa!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 5º Capítulo


A minha história de amor com o Lucas começou com um romance bem fofinho e bem clichê, por eu ser demasiado ansiosa para estar no Altar eu não tive em atenção aos sinais que Deus me mostrava através do caráter do Lucas. Quando alguém não tem temor para com um Homem de Deus é porque também não teme nem é fiel a Deus e voltamos à "velha história": o homem que não é fiel a Deus também não poderá ser fiel à sua esposa". Eu estava demasiado obcecada em casar, tinha medo de perder o Lucas e ficar sozinha que ignorei as coisas que Deus me mostrava. E a pior coisa que uma candidata ao Altar pode fazer é ignorar a voz de Deus. 
A dor da traição é uma dor horrível, nunca pensei passar por tamanha dor. Eu senti uma angústia tão grande no meu peito, senti-me um nada, senti que a minha vida iria acabar naquele momento, senti que não valia nada naquele momento, eu senti que era a pior pessoa do mundo. Quando você é traída, se sente um lixo autêntico. 
Porque se o Lucas teve que procurar fora de casa é porque ele não via o meu valor e o pior de tudo: nunca me tinha amado de verdade.
Quando descobri a primeira coisa que eu fiz foi ligar para a Esposa regional e chamei ela lá em casa. Ela ficou muito preocupada, sendo que eu estava a ligar para ela tarde e a chorar muito. Ela chegou lá em casa e eu mostrei-lhe o que havia descoberto, ela ficou surpresa assim como eu. Eu esperava que ela me fosse abraçar, beijar, cuidar de mim, mas não. 
Ela fez exatamente o contrário. Ela me disse para usar a fé, que só pela fé eu ia fazer a vontade Deus, também me disse para ir até Jesus e me derramar a Seus pés, pois só Ele poderia me socorrer num momento tão complicado. Ela não agiu pelo sentimento, ela usou a fé. Eu esperava receber um consolo, mas ela me deu o melhor que eu alguma vez poderia receber: a fé. 
E agradeço muito por ela me ter ajudado através de uma fé racional, naquele momento tão difícil.
O Lucas foi removido do Altar e eu fiquei como obreira na Sede daquele estado. 
Alguém espalhou a fofoca, que eu e o Lucas estávamos traindo um ao outro ao mesmo tempo. E todos na igreja me olhavam de lado, quando eu passava só ouvia comentários a meu respeito. Eu tinha de "engolir" isso tudo e respirar fundo. Só pedia para Deus não permitir que eu ficasse com maus olhos dentro de mim. Passei a morar num quarto que tinha disponível na igreja. Foram momentos muitos difíceis para mim, eu não contei com ninguém, só com Deus mesmo. Quando ia para as reuniões eu sentava na última fila para as pessoas nem me verem e saía logo no amém. Todos os dias chorava de revolta pela minha situação e pedia a Deus que me levasse para perto dele porque não aceitava mais viver naquela angústia e sofrimento. Até que um dia numa reunião do Godllywood tudo mudou. 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 4º Capitulo


Eu sentia uma dor enorme por ver que passava cada vez mais tempo e aquele povo não se libertava, não nascia de novo. Havia algo de errado. Crescia uma revolta dentro de mim por ver que a cada dia aquela igreja não crescia, não avançava, não ia para a frente. Enquanto meu esposo estava ocupado na igreja, eu saía para evangelizar, atendia as jovens, limpava a igreja, fazia meus votos pelo povo. Mas mesmo assim, parecia que Deus estava em silêncio para mim.
Até que teve um dia que Deus falou comigo. Toda a semana, eu e meu esposo íamos para a reunião de Pastores. Naquele dia teve algo que o Pastor nosso responsável falou que não saiu da minha cabeça por nada.
Ele disse assim: "Se sua igreja não vai pra frente, é porque algo está errado com você Pastor ou com a sua Esposa, que está impedindo a Obra de Deus de avançar." 
Essa frase ficou na minha cabeça por umas 2 semanas e eu orei durante essas duas semanas a Deus, pedindo para Ele me mostrar no quê que eu estava errando. Nessas duas semanas Deus não me mostrou o que eu estava a fazer de errado, mas através de Sua Palavra Ele me fortaleceu muito! Meu esposo estava distante de mim, fazia já alguns meses... Eu achava que era a maneira dele de sofrer pelas almas era ele se afastando de mim. Ele saia de casa perto das 6h30 da manhã e voltava perto de meia noite e ficava sempre trabalhando no computador até tarde. Devido à correria nós conversávamos cada vez menos.
Teve um dia que meu esposo foi chamado pelo Pastor regional para ir para a rádio que ia entrar em direto 1h da manhã. Nesse dia ele ficou trabalhando no computador, como habitual, até umas 00:15 e depois saiu de casa. Como eu tinha uns emails para verificar eu entrei no computador quando ele saiu e ele havia deixado a pagina do facebook aberta mas para meu espanto não era seu facebook e sim um outro com outro nome, era um "fake". Olhei o perfil, as conversas, e mais conversas com meninas novinhas, trocando numero de celular, marcando encontros. Ele estava me traindo com jovens da igreja, meninas que estavam buscando sua libertação. Percebi pelas conversas que estavam se encontrando durante o dia.

sábado, 8 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 3º Capítulo



Eu e o Lucas já estávamos namorando há 6 meses e eu estava muito feliz, prestes a realizar o meu maior sonho: servir a Deus no Altar. Ele tinha umas atitudes meio estranhas quando era colocado sobre pressão, reclamava e ficava muito estressado mas eu gostava demais dele para desistir dele só por dois "defeitinhos". Passados mais 7 meses o Bispo do estado autorizou o nosso noivado. Na época que estávamos noivos ele foi transferido para a minha sede regional. Ele me ajudava sempre no FJU e preparávamos juntos o material para as reuniões. Eu já me conseguia ver como sua auxiliadora, como sua esposa. E todos os dias não havia nada que eu mais quisesse se não que ganhar almas ao lado do meu esposo, auxiliá-lo na busca de almas perdidas. 
Ficamos noivando durante 1 ano e 3 meses e aí finalmente o nosso casamento foi liberado. 
Todo o casamento exige preparação, todo o casamento exige cuidado com tudo. O meu vestido era lindo, parecia vestido de barbie, era rodado em baixo e super chique. Eu nem acreditava que finalmente estava me casando. Era um dos dias mais felizes da dia minha vida. Eu finalmente iria poder servir a Deus com o meu melhor! Com o meu tudo! Era tudo o que eu mais queria nesse mundo. O meu sonho estava se tornando realidade. Obrigada, Senhor Jesus por confiar em mim a Sua Obra maravilhosa. Foi a única frase que pensei quando entrei na igreja e estava tudo lindo. Ao fundo vi o Lucas, ele estava tão elegante, tão lindo! 
O casamento foi todo maravilhoso! A nossa lua de mel foi num sítio muito bonito de SP e cada dia que eu estava com ele eu sentia que queria estar mais com ele. Eu e o Lucas assumimos uma igreja com total de 40 pessoas. Eu cuidava de cada alma com todo o carinho, fazia reunião com as meninas do FJU, administrava as coisas da igreja, cozinhava, limpava, enfim, estava a conseguir dar conta de tudo. Mas por algum motivo a igreja, mesmo depois de 6 meses não crescia.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 2º Capítulo



Respondi que também tinha gostado de o conhecer e conversamos até tarde naquele dia rsrs aí no dia seguinte ele me ligou pela manhã e perguntou se queria ir passear com ele no parque. 
O nosso dia no parque foi maravilhoso, comemos hot dog, passeamos, rimos e conversamos bastante sobre o FJU. O Pastor Lucas era demais mesmo... Estava gostando muito de o conhecer. Depois de almoçarmos ele me levou até o lago e sugeriu  que nos sentássemos. Sentei-me do lado dele e ele olhou nos meus olhos e perguntou se eu aceitava orar com ele. Eu nem pensei duas vezes, aceitei logo. Eu e o Lucas conversámos/orámos por uns 5 meses e eu estava tão empolgada eu ir para o Altar que não pensava em mais nada, só nele e nas almas. Quando nosso namoro foi liberado foi um dia que eu me senti tão feliz, pude ver o sim se Deus para a minha vida. O Lucas era um pastor muito de Deus, ele vivia a dor das almas, ele pensava no sofrimento das almas todos os dias, ele era muito espiritual. 
Quando já estávamos a namorar por 2 meses eu liguei para ele um domingo de noite e ele estava super estressado. 
- Oi amor, tudo bom? 
- Agora não posso falar, tchau. - ele falou com um tom de voz como se estivesse mega ocupado e desligou a chamada. 
Fiquei triste, afinal o Lucas até agora sempre era tão simpático e doce comigo. O que será que havia acontecido? 
Mas eu esperei que ele me ligasse de novo e escolhi não me preocupar e não pensar nisso. Deixei o celular no quarto e fui ajudar a minha avó com as tarefas de casa. Limpámos a cozinha e aí já era bem tarde quando subi para o meu quarto já nem estava a pensar no Lucas. Aí cheguei no quarto tinha quatro chamadas perdidas dele então liguei de novo para ele. 
- Princesa? Oi? Tudo bom?
- Oi - respondi só oi para ver se ele se ia desculpar 
- O que passa com você?
- Eu quem deveria perguntar isso
- Ahh, amor sobre à pouco... Estava terminando de escreve um relatório para o Pastor por isso que estava meio estressado. Me desculpa! 
Eu desculpei, afinal todos nós temos dias em que estamos mais estressados. 
- Eu te amo! - foi o que ele disse antes de terminarmos a chamada. O Lucas era alguém que não expressava muito seus sentimentos e aquele "eu te amo" foi a primeira vez que ele me disse isso. Acreditam que em 2 meses de namoro ele nunca havia dito um único "eu te amo"? Ela preferia mostrar que me amava do que dizer. Mas apesar de eu preferir suas atitudes, é claro eu também queria muito ouvir isso da boca dele e me deixou muito feliz!! 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Perdida no Altar - 1º Capítulo



Eu estava bem na fé até que um dia o FJU todo de SP foi convocado para uma vigília que seria na João Dias. Da minha região foi bom, conseguimos levar 5 ônibus da região toda e estávamos na fé, na expectativa do que seria falado. No final da vigília, o Bispo falou que os líderes regionais fossem lá na frente para que ele orasse por nós. Ah! Que benção... Fui la na frente do Altar e no instante em que eu estava a pedir a Deus uma direção para o Força Jovem, Deus colocou em mim um desejo enorme de ganhar almas, ainda maior do que eu já tinha, Deus colocou dentro de mim naquela oração o chamado do Altar e isso foi a maior certeza que eu tive naquele instante. Não foi sentimento nenhum porque Deus não trabalha com emoção. Deus colocou dentro de mim o Seu chamado, um amor ainda maior pelas almas e um desejo de que a minha vida fosse gasta a salvar almas. Eu nunca sequer tinha colocado a ideia de ser Esposa de um Pastor. O meu sonho desde criança era ser advogada. Mas naquele momento pareceu que nada mais importava além do Altar.
A partir daí passei a fazer a Obra de Deus com o dobro da dedicação com que fazia antes. Eu queria dar para Deus o meu melhor. Eu comecei também a dedicar-me mais em casa, a aprender coisas de casa para que me fossem úteis quando eu casasse. Uma semana depois de completar 20 anos o Pastor da minha igreja chamou-me:
- Sofia, quero-te apresentar ao meu primo, Lucas que é pastor auxiliar. 
- Sim, senhor. 
Fiquei ansiosa para conhecer o auxiliar Lucas... 
Na semana seguinte o Pastor me convidou para almoçar em casa dele com sua esposa e seu primo. Estava bem nervosa... Não sabia nem o que vestir. Aí acabei por vestir uma calça social rosa, uma camisa jeans, um maxi colar colorido e um sapato beje com um salto baixinho. Cheguei lá uns 5 minutos antes né, nervosa... Quando cheguei a D. Beth (esposa do meu Pr) veio me receber com um caloroso abraço. O seu abraço ajudou-me a aguentar minha ansiedade por mais um pouquinho pois me acalmou bastante. O almoço foi bem diferente, rsrsrs, eu e o Pr Lucas não conversámos muito entre nós pois ele devia estar bem tímido como eu... No final trocámos números de telefone e eu fui para casa. 
Nessa mesma noite ele me mandou uma mensagem no whatsapp: "Gostei de conhecer a sra, obreira".

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Perdida no Altar - Introdução

Mais uma conexão do Força Jovem, naquele sábado tinha sido muito bom! Desde que eu estava a tomar conta do FJU nunca tinham chegado tantos jovens novos. Realmente Deus estava nos honrando a cada dia mais, e isso era bem notório no meio de todos os jovens. Meu nome é Sofia, tenho 19 anos. Sou obreira desde os meus 17, vivo com os meus avós no centro de São Paulo pois vim para fazer faculdade enquanto que os meus pais vivem numa cidade no interior de SP. Estava quase a terminar o primeiro ano de faculdade de direito. Ser advogada era meu grande sonho desde criança.
Minha amiga, a Taís estava sempre comigo, ela era um grande apoio para mim, nós nos ajudámos muito uma à outra porque chegámos na igreja na mesma altura e demos os mesmos passos: alcançámos a libertação na mesma altura, convertemo-nos na mesma época também... Enfim, acompanhámos uma à outra na fé, o que me ajudou muito!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 17º Capitulo (Ultimo)

 Comecei a ajudar a esposa na casa deles. Ela me ensinou coisas preciosas desde os temperos certos para cada coisa até passar as camisas do Bispo e os produtos de limpeza corretos para cada local.
No inicio deixei queimar muita comida, falhei muitas vezes nos temperos, queimei duas camisas do Bispo. Mas com o tempo fui aprendendo, a Esposa ia me ajudando e ensinando. Ela se tornou uma verdadeira amiga para mim, ela me ajudou muito mesmo em várias situações que eu precisei de uma amiga ela estava lá. 
 Passaram 7 meses e o Bispo liberou nosso casamento. 
O mais interessante foi que eu fiz fogueira santa para casar e não para noivar. E o Bispo liberou o casamento e casamos um mês depois de ele ter liberado. O casamento foi lindo! Estava tudo lindíssimo. Foi um dos dias mais especias em toda a minha vida. Naquele dia eu só tive mais ainda a certeza que foi Deus quem nos uniu e quem estava do nosso lado. Deus que nunca falhou. 

Queria que com esta história percebessem duas coisas muito importantes: a primeira é que quando você esta procurando alguém procura ver alguém que tenha os mesmos objetivos que você. Eu consegui me desapegar do Leandro fácil porque ainda não estávamos muito apegados. Mas quanto mais tempo passa, pior é. Tenha em atenção o objetivo. Em segundo lugar confie sempre em Deus porque Ele não falha! Nunca. 

Espero que tenham gostado minhas queridas e amanhã começa nova história! Não percam. 

sábado, 18 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 16º Capítulo - Penúltimo

Passaram 4 meses, o Pedro estava lá em Portugal feliz. Ele me contava que o povo de lá era mais difícil de evangelizar então ele estava amando porque era realmente um desafio. Estava todo entusiasmado por estar cuidando de dois núcleos e estarem crescendo. Eu ficava muito feliz de ouvir ele no telefone falando com tanto entusiasmo. 
Mesmo quando minha mãe melhorou da pneumonia a minha irmã ficou lá connosco e mais tarde ela começou a namorar com o Leandro. Fiquei muito feliz por ele ter conseguido avançar com a vida dele. 
Até que um domingo de noite recebi uma chamada do Pedro no skype, foi estranho pois ele nunca me ligava de domingo, era o dia mais corrido dos dois então ele nunca ligava. Só costumava me ligar durante a semana. 
Ele me ligou:
- Oi princesa
- Olá amor, como está ai Portugal?
- Você nem vai acreditar no que aconteceu 
- Me conta...
- Eu fui levantado a auxiliar hoje! O Bispo me chamou e mais dois iburds e nos levantou. E depois da reunião ele me falou que eu iria auxiliar para uma regional. 
- Fiquei muito feliz por você, sério. Vai arrebentar agora ainda mais, meu amor. Eu creio.
Falámos mais um pouco das novidades e depois desligámos. 
Sempre que eu falava com ele, nunca tentei mostrar a saudade que sentia dele. Queria que ele visse em mim um ponto de força. 

Um mês depois, a nossa catedral foi abençoada pela vinda de um Bispo para lá. E a esposa dele começou a fazer reunião com as namoradas e noivas de Pastor. E no final da nossa segunda reunião ela me chamou no fim. E me convidou a morar na casa dela, ajudá-la nas tarefas de casa, para me preparar quando eu casar. Aquilo era a resposta de Deus à luta que eu estava passando devido à distância. Porque naquela reunião havia obreiras que já eram noivas, havia mais 6 obreiras e ela escolheu a mim! Deus certamente estava me honrando.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 15º Capítulo

Não deveria estar conversando com o Leandro sozinho. De certeza que o Pedro não gostou nada. Passaram mais umas semanas e sempre estava evitando o Leandro, afinal se fosse eu no lugar do Pedro não iria gostar nada de ver minha namorada conversando de boa com seu ex. Eu e o Pedro já tínhamos 6 meses de namoro e estávamos na fé. Um dia, ele chegou perto de mim depois da reunião de domingo, 9h30 e disse: 
- Amor, estou indo embora para a Europa. 
Vou ser sincera, fiquei muito triste mesmo, mas eu não queria passar isso para ele então lhe dei força:
- Tá ligado. Eu creio que você vai resgatar muitas almas lá. Deus vai te usar muito lá. Vai para que lugar?
- Portugal e vou amanhã mesmo.
Como assim? Já? Poxa, estava tão feliz de estarmos juntos, na fé, a fazer propósitos pelo povo. Mas eu não queria transmitir isso para ele. 
- Posso te ir levar no aeroporto? - perguntei 
- De certeza?
- Sim, quero sim. 
Passamos essa noite toda no telefone conversando sobre tudo e rindo muito. Foi uma boa noite de despedida. Mas eu sabia que não era um adeus, mas sim até mais logo. 
No dia seguinte, ele me foi buscar em casa e fomos até à igreja juntinhos, ele pegou sua mala lá e o Pastor e a sua Esposa nos levaram de carro até o aeroporto. O aeroporto ainda era longe, uma hora de viagem então foi bom, sempre era mais um tempinho juntinhos. Fomos os dois na parte de trás do carro e íamos de mão dada e a minha cabeça encostada no seu ombro enquanto me acariciava o cabelo. Ah! Quem me dera ficar ali para sempre! Perto dele me sentia segura, ele me transmitia essa segurança. Segurança essa que vem da fé que eu trazia dentro de mim. Ele era um presente que o próprio Deus me tinha dado para eu cuidar. Quando chegámos no aeroporto fui com ele no check in, depois ele tinha que entrar para embarcar e foi a nossa despedida. Ele me beijou e abraçou. Abraço este que demorou, pois seria o abraço que me confirmaria que nos íamos ver novamente. Não consegui aguentar e comecei a chorar. Ele percebeu e limpou minhas lágrimas.
- Eu te amo, minha Debbie. Nos encontraremos em breve. 

E lá foi ele, na sua nova missão. Agora para salvar almas em Portugal.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 14º Capitulo

Uns dias mais tarde fui para a igreja e para minha surpresa bem na porta estava Pedro conversando com o Leandro. Cheguei perto deles dois um pouco sem graça. 
- Oi - disse 
- Debbie - disse Pedro surpreendido - Não sabia que era essa sua igreja 
- Oi Débora, tudo bom? - disse Leandro enquanto estendia sua mão para me cumprimentar
Depois o Pedro beijou minha bochecha. Fiquei do lado dele e em frente estava o Leandro. 
Fiquei muito sem graça mesmo, encarando o chão enquanto eles conversavam sobre o FJU. Pelos vistos agora Pedro estava lá e ajudando o Leandro no FJU. O Leandro passados uns minutos se despediu e foi para dentro da igreja. 
- Esse é o Leandro, o Leandro seu ex? - perguntou o Pedro 
- Sim, por isso que estranhei esse super à vontade com seu novo melhor amigo
- Sério, nem fazia ideia - ele disse com um ar sério
- Mas não precisas te preocupar com ele
E ele ficou mais tranquilo e logo fomos nos preparar para a reunião. O Pedro foi para a sala de campanha e eu fui para a sala das obreiras vestir o uniforme. Quando sai fui à sala do FJU. Ahhh que saudades dessa sala maravilhosa, onde eu cheguei, que me acolheu, sala onde alguém acreditou em mim, alguém lutou pela minha alma e me ajudou! Eu devia muito ao FJU. E quando estava saindo me cruzo com o Leandro. 
- Oi - disse ele 
- E aí? Como está o FJU?
- Está crescendo. Tem muitos jovens novos que você já não conhece 
- Imagino rsrs. Estava cheia de saudades desses jovens. 
- Amanhã vens na conexão? 
- Claro, agora estou para ficar. 
- Você não vai mais para SP?
- Não sei bem, mas agora devo ficar por aqui para ajudar minha mãe que saiu ontem do hospital e minha irmã também vai ficar cá connosco. Meu pai é que já foi embora.
- E sua irmã não veio hoje? 
- Não, ela vem amanhã só.
Estava indo embora da sala até que ele me chamou 
- Débora?
- Sim?
- Como você me conseguiu esquecer tão rápido?
- Porquê essa pergunta agora?
- Porque eu não consigo te esquecer, eu ainda te amo. 
E nesse preciso momento passa o Pedro, que estava dizendo que o Pastor estava chamando os obreiros todos. Ele parou bem perto de nós bem sério:
- Obreiros, o Pastor está chamando.
- Sim, estamos indo. - disse e fomos atrás dele. 
Não deveria estar conversando com o Leandro sozinho. De certeza que o Pedro não gostou nada.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 13º Capitulo

- Você ainda o ama? - perguntou ele.
Demorei um pouco a responder e ele disse: 
- Ok já estou entendendo tudo. 
- Não, não é isso. Eu não amo mais o Leandro. Eu apenas tenho medo de perder alguém que eu ame como eu o perdi, por isso meu ciume doentio. Me perdoa, eu vou deixar de ser ciumenta. Prometo. - disse eu.
Ele disse que eu estava perdoada, mas os seus olhos não me mostravam isso. Ele parecia querer ver para acreditar que eu ia mudar mesmo. 
Ainda estava na igreja, fui para o Altar, me ajoelhei e fiz uma oração me derramando no Altar e entregando todo o meu 'eu', todo aquele ciume. E falei no meio a choro:
"Deus, eu não mereço falar com o senhor, eu não mereço estar aqui, não mereço nem este uniforme que estou vestindo. Eu me deixei dominar pelos meus sentimentos de uma forma horrível. Eu coloquei em risco a minha salvação por um sentimento. E eu rejeito esse sentimento, eu entrego no Altar do Senhor. Eu não aceito que a minha vida seja dominada por esse sentimento." E enquanto estava a derramar todo o meu ser ali naquele Altar senti alguém que se ajoelhou bem do meu lado e agarrou minha mão. Eu conhecia aquele toque, era o Pedro. Ele orou pediu a Deus que nos desse a direção certa e que não viéssemos nos distrair com coisinha pequenas, mas sim que o nosso foco continuasse a ser as almas, porque havia sido para isso que Deus nos tinha unido. Quando levantámos, abri os olhos. Eu estava diferente, dentro de mim eu estava, Deus havia me revestido com a Sua força para guerrear as guerras que precisam ser guerreadas. Pedro me abraçou e sussurrou no meu ouvido que era eu quem ele amava e naquele momento eu senti uma segurança enorme, que eu creio que foi Deus que colocou dentro de mim. 
Quando cheguei em casa meu pai me avisou que minha mãe tinha adoecido naquela semana e que iríamos todos visitá-la até ela melhorar. Partimos no dia seguinte pela tarde. Só tive tempo de enviar uma mensagem para o Pedro avisando: "Amor, estou indo ver minha mãe, ela ficou doente. Quando chegar te ligo, beijos" e ele logo respondeu me avisando que estava mudando também. Para onde será que ele iria? Achei estranho ele não ter dito, mas no momento estava mais preocupada com minha mãe. Cheguei e fomos logo visitá-la no hospital. O médico falou que ela estava melhorando da pneumonia, mas que ainda precisava ficar lá mais uns dias para ver se estava tudo bem. Fui para casa descansar. Uns dias mais tarde fui para a igreja e para minha surpresa bem na porta estava Pedro conversando com o Leandro.

terça-feira, 14 de julho de 2015

POST ESPECIAL: PORQUE DEUS DIZ QUE DARÁ UM NOVO CORAÇÃO?

Porque Deus diz que dará um novo coração?

Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espirito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espirito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis. Ezequiel 36.26,27

Por que Deus diz que dará um novo coração? 

É muito simples de entender, o coração da natureza humana é corrupto, ou melhor desesperadamente corrupto. Ele é desesperado por corrupção.

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Jeremias 17.9

A pessoa pode até ser carinhosa e boníssima, mas isso não faz dela alguém livre de coração corrupto.  Talvez seja por isso que muitos não concordam com essa mensagem. Para uma pessoa que traz essas qualidades, é difícil entender que ela traz também dentro de si um coração corrupto. Pense comigo, se o coração fosse ''perfeito'', se nele não houvesse nenhum problema, não haveria a necessidade de Deus dizer: ''Dar-vos-ei um novo coração.'' é claro que este coração corrupto não impede a pessoa de ver e receber um milagre ou uma benção. E o coração da mulher hemorragica era corrupto ou não? O coração dos dez leprosos era corrupto ou não? Contudo , eles não deixaram de ser curados! 
E o coração da viúva que deu duas moedas era corrupto ou não? Nem por isso ela deixou de prosperar !
Aquele centurião que pediu pelo seu servo, será que ele não tinha um coração corrupto? Nem por isso o seu servo deixou de ser curado. Eles receberam milagres porque manifestaram a fé. A condição para receber um milagre não é ter um novo coração,basta manifestar a fé. Em muitos casos , você pode até ver o milagre acontecendo, mas vai continuar a mesma pessoa, sujeita as Vozes desse coração corrupto e, com certeza, vai continuar sofrendo. Porém, para entrar no REINO DE DEUS, primeiro você tem que nascer de novo, até porque no REINO DOS CÉUS não pode haver corruptos. Aquele que era corrupto e estava no REINO DOS CÉUS foi expulso, o diabo. E não só o diabo,mas Deus expulsou todos os corruptos! É impossivel Deus manter comunhão com aquele que é corrupto. Deus aceita o corrupto, mas somente aquele que deseja deixar a corrupção, abrir mão do coração enganoso e morrer para esse coração. Como ninguém pode ficar sem um coração,então Deus dá um novo. É o transplante de coração feito não por mãos humanas, mas pelo Espirito Do Altissimo, o Deus Eterno. A Intenção não é julgar ninguém, a intenção é ajudar, e só se ajuda com a verdade. Porque no dia em que a pessoa recebe o novo coração com ele vem um novo Espirito e, naturalmente, uma nova vida... Então se você tem esse coração corrupto, peça pra Deus fazer um transplante e te dar um novo coração, pois corações corruptos não entra no REINO DE DEUS, junto com o novo coração, vem um novo Espirito e naturalmente uma nova vida, quando recebemos esse novo coração tudo muda, tudo se transforma !

Espero ter ajudado muitas de vocês amigas, e amanhã teremos mais, deixe ai abaixo nos coments, o que esse post serviu pra você?

|JisellyS.













"Altar ou Átrio?" - 12º Capítulo

Embarquei no fim daquele mês para São Paulo.
Quando cheguei contei tudo para o meu pai e minha irmã, eles me apoiaram e me deixaram ficar lá o tempo que eu precisasse.
Por mais que eu tenha sido fria no modo de falar com o Leandro, o término de uma relação não é fácil para ninguém. Mas Deus estava cuidando do meu coração...

Passaram três meses, ainda em SP. Eu estava cada dia que passava mais focada no Altar, sempre procurava servir a Deus nas reuniões com o meu melhor. Me sentia tão bem ao chegar a casa cansada, mas feliz e realizada porque havia servido com o meu melhor naquele dia. 
Até que um dia normal, aliás uma quarta-feira após a reunião, o Pastor responsável pela evangelização me chamou e disse que eu iria ajudar o iburd Pedro no núcleo que iria começar no dia seguinte (quinta).
Gostei imenso da ideia! E quinta feira lá estava eu, na catedral esperando o iburd (na verdade eu nem sabia quem era esse iburd kkkk). Passou um montão de iburds, e estavam todos parados na fachada da catedral. Agora como saber quem seria o Pedro? Rsrsrs'
Perguntei para um deles qual era o Pedro e ele me disse onde o tal Pedro estava. Cheguei perto dele e logo descobri quem ele era. 
E gente, ele era muito bonito mesmo!!
Todas as quintas, nos encontrávamos e íamos para o núcleo, nos aproximou muito mesmo. Estava a crescer um interesse dentro de mim, mas eu não queria nem ia tomar o primeiro passo. Então para ser ainda mais notada por ele eu comecei a trabalhar nas reuniões que ele fazia, que era de terça e sexta às 12hrs. Até que mais ou menos uns dois meses depois de termos começado o núcleo ele me perguntou se eu queria orar com ele e claro que aceitei. Dois meses depois, o Bispo do estado autorizou nosso namoro. 
Passaram mais três meses e não estava sendo fácil aquela relação, eu me tornei controladora demais por estarmos numa igreja grande e ele precisar de conviver com várias obreiras, o que me tornou numa pessoa muito ciumenta. O que me fez muito mal. Ao mesmo tempo que eu me queria aproximar dele, os meus ciumes o afastavam. Eu sempre estava lutando para não ser ciumenta, mas mal podia ver uma obreira olhando para ele que os ciumes me consumiam. Era algo fora do normal, mesmo... Nos distanciávamos mais a cada dia por minha causa. 
Até que um dia, só com três meses e meio de namoro, ele me chamou no fim da reunião e me falou num tom de chateado:
- Débora, não estou mais aguentando os teus ciumes, eu não te dou razão nenhuma para isso. Para de criar coisas onde não existem. Eu te amo, só a ti, não amo mais ninguém. Precisas confiar em mim. Porque se esses seus ciumes não terminarem, acho melhor nosso namoro terminar. 
Fiquei estática, a olhá-lo. Ele raramente me chamava de Débora, ele me criou vários apelidos fofos como Debbie, Deb, Dedé... Me senti muito triste ao ouvir aquelas palavras vindas dele, eu sabia que ele estava certo, mas aquilo estava doendo o meu 'eu', o meu orgulho. Naquele momento quis um lugar para me esconder. 
Não consegui conter as lágrimas, e respondi no meio de soluços e choro:
- Desculpa, eu não queria que fosse assim. A verdade é que eu tive tanto medo de te perder que essa foi a minha maneira de lidar com a perda do Leandro, me apegando demais com medo de perder. 
- Você ainda o ama? - perguntou ele.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 11º Capítulo

Mas eu com a minha teimosia continuava insistindo que ele ia mudar. Até que nessa reunião aconteceu algo que mudou a minha vida. 
Na hora da busca o Bispo chamou na frente quem precisava de uma resposta de Deus, quem precisava ouvir a Sua voz. E quando o Bispo falou aquilo eu me levantei da cadeira e quase corri para o Altar, rsrs.
Cheguei lá e me derramei, literalmente, aos pés do Senhor Jesus, eu senti-me tão "um nada" naquele dia, eu me humilhei, falei tudo o que tinha para falar para Deus e no final quando o Bispo pediu para que todos fizéssemos silêncio e nesse momento eu tive a certeza do que teria que fazer, Deus me fortaleceu de uma forma que me deu força para fazer aquilo que no meu íntimo eu sempre soube que teria que fazer. Sai daquela reunião outra pessoa, completamente. Segunda feira, meu pai e minha irmã foram me deixar no aeroporto pois havia chegado o dia de meu regresso a casa. Me despedi deles com muito carinho e saudade já kkkk. 
Cheguei determinada no que iria fazer.
Liguei logo para o Leandro avisando que precisava falar com ele e que seria um assunto sério.
Combinámos na igreja. Cheguei lá ele já lá estava sentado me esperando. 
- Oi, como estás? - disse eu chegando perto dele
Ele se levantou e me abraçou, afinal fazia uma semana que não nos víamos. 
Me sentei e comecei falando:
"Leandro, preciso falar contigo algo muito sério. Eu quero servir a Deus no Altar, eu tenho esse chamado dentro de mim, é o meu maior sonho, é tudo o que eu mais quero neste mundo! E não dá mais para aguentar essa relação em que a gente tem objetivos completamente diferentes."
Ele ficou sem reação e consegui perceber que estava triste à medida que ia falando. 
Eu fui muito fria na forma de falar, é isso que a fé racional faz, ela deixa o sentimento totalmente de lado e nos faz agir, agir segundo a vontade de Deus. Ele disse que me compreendia e que eu merecia outra pessoa. 
Cheguei a casa, contei tudo para minha mãe e ela me aconselhou a ir passar uns tempos com meu pai para colocar as ideias no lugar e dessa vez ela iria comigo de férias. Achei uma boa ideia.
Embarquei no fim daquele mês para São Paulo.

domingo, 12 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 10º Capítulo

O primeiro homem que eu estava amando de verdade não queria servir a Deus da forma que eu queria. Fiquei sem saber o que falar mais, até que ele perguntou:
- Falei algo errado? Que cara é essa?
- Nada Leo, não é nada não...
Ficamos ali conversando e rindo o resto do tempo. Eu estava ali mas não estava, eu estava a pensar no que poderia fazer, eu queria mudá-lo. Eu tinha a certeza que se eu pedisse a Deus, Ele iria transformar o pensamento de Leandro. Deus era capaz de fazer isso! Eu cria que sim.

Passou mais umas semanas e faltava uma semana para ir visitar meu pai.
Quanto ao Leandro, eu estava cada vez mais apegada a ele, eu estava cada vez gostando mais dele até que então o Pastor liberou nosso namoro. Eu estava realmente na fé que Deus ia mudar ele. Sempre mandava para ele testemunhos de esposas, de Pastores, para tentar mudá-lo... Mas parecia que era em vão, ele só falava sobre sua empresa e seu futuro como empresário e isso me entristecia muito, me dava um aperto enorme no coração, mas por outro lado eu gostava demasiado dele para terminar tudo. 

Passou mais uma semana e lá era o dia do meu embarque para São Paulo. No dia antes minha mãe adoeceu então ficou e não foi comigo. Ela disse que iria lá ter connosco mais tarde. 
Cheguei no aeroporto de SP e foi bem estranho reconhecer meu pai, estava com uma foto dele na mão e procurando o senhor da foto. Até que alguém me tocou no ombro e perguntou:
- Débora?
- Pai? - perguntei eu 
- Sou eu mesmo - quando ele disse isso já estava abrindo seus braços para me dar um abraço enorme
Senti-me tão bem quando ele me abraçou, foi um momento incrivel!
Chegamos em casa e ele me apresentou "meu quarto" e eu deixei lá minha mala. Onde será que minha irmã estava? Queria tanto conhecer ela. Meu pai disse que ela era obreira também. 
Conheci minha irmã nesse mesmo dia mais tarde, ela era uma menina linda, muito doce e simpática!
No domingo quando fomos para a igreja juntas eu estava contando para ela sobre o Leandro e o quanto que me deixava triste ele não ter o mesmo desejo que eu. Ela me falou que era melhor eu terminar tudo com ele antes que fosse tarde de mais. Mas eu com a minha teimosia continuava insistindo que ele ia mudar. Até que nessa reunião aconteceu algo que mudou a minha vida. 

sábado, 11 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 9º Capítulo

- Então, você me disse para eu te procurar quando estivesse pronta para orar e...-disse essa frase toda gaguejando e com muitas pausas no meio-me desculpa, estou meio nervosa.
- Então deixa eu perguntar-disse ele- Débora, você quer orar comigo para ver se o nosso relacionamento é da vontade de Deus?
- Obrigada por me ajudar rsrsrs', sim eu quero muito!

A partir daquele dia a gente começou por se conhecer, começámos a falar muito, o Leandro era um fofo, ele sempre me ligava e puxava assunto. Eu e o Leandro tinhamos 4 anos de diferença, eu tinha 17 e ele 21, não penso que seja muita diferença. 
No final do mês tive atendimento com a minha Sister do Godllywood onde eu lhe contei sobre o Leandro e o meu desejo de fazer a obra de Deus no Altar e ela me disse algo que sinceramente não estava à espera de ouvir, ela me falou para eu ver se eu e o Leandro tínhamos esse mesmo desejo (do Altar). Eu pensei que ele tinha, mas para ser sincera nunca lhe tinha perguntado nem ouvido ele dizer nada sobre o assunto. 
Quando estava indo para casa decidi ligar para o Leandro:
- Oi, tudo bom?
- Sim e você?
- É também, saí agora do atendimento com a minha Sister.
- E aí? Como foi?
- É sempre bom né - ri meio sem graça
- Está mesmo tudo bem, Deh? (é ele passou a me chamar de Deh, super fofo né)
- Precisamos conversar...
- Hoje?-perguntou ele
-Se você poder hoje, seria melhor que sim. 
- Quer que eu te pegue em casa?
- Sim, podíamos ir no parque que tal?-sugeri eu 
- Para mim está bom sim. Que horas?
- Chego em casa em 5 minutos. 
- Então 19h eu passo aí.

Cheguei em casa 18h40, tomei café com minha mãe e estava dando um pouquinho de atenção para ela.
- Vai sair filha?
- Sim mãe, o Leandro vem me pegar daqui a pouco
- Querida, preciso te dizer uma coisa
- O que foi mãe?
- Seu pai quer que a gente vá visitar ele e sua irmã
- Como assim mãe? O pai nunca lembrou de nós, o que aconteceu agora para ele nos querer ver?
- Ele me ligou esta manhã e quer te conhecer, e pediu para que eu levasse você no próximo mês. Ele se arrependeu de tudo o que fez, de ter afastado você de sua irmã. Débora, você precisa perdoar seu pai. 
- A senhora tem razão mãe, a gente vai lá sim! Agora eu preciso pegar minhas coisas para sair, até mais. dei-lhe um beijo e saí da cozinha. 
Fui no meu quarto dobrei meu joelhos e comecei a orar: "Senhor, eu não sei que sentimento é esse que tenho pelo meu pai, eu não odeio ele, aliás eu oro sempre por ele, mas também custou ouvir que iria visitar ele, então Deus se existe algum sentimento ruim em relação a ele, arranca de mim. Eu quero conhecer meu pai! Amém." 
Peguei minha bolsa e já tinha uma mensagem do Leandro a avisar que já estava na minha porta fazia uns 10 minutos. Corri para sair de casa pois eu não gosto de chegar atrasada em nada.
Entrei no carro e ele sorriu para mim com aquele sorriso lindo de sempre.
- Oi Deh, esteve correndo? - ele riu de mim
- Desculpa por chegar atrasada
- Não tem problema, mas está tudo bem mesmo? 
- Agora sim!! 
- Então?
- Vou visitar meu pai mês que vem
- Sério? Não ficou feliz com isso? 
- Quando minha mãe me contou não, mas agora já estou mais tranquila. Afinal de tudo, ele nunca quis saber de mim e agora se lembrou do nada? Mas eu já o perdoei por tudo o que ele fez comigo.
- Tá ligado.
Chegámos logo no parque. Ele estacionou e saímos do carro. Sentámos num banco de jardim. 
- Posso saber que se deve a honra de esse convite para vir no parque? - ele disse de um jeito engraçado me fazendo rir e ficar tímida, olhei para baixo. Ele pegou na minha mão e disse- não precisa ficar envergonhada Deh.
- Desculpa - disse enquanto ria da minha figura e continuei falando - Leandro, qual a sua perspetiva de futuro? O que você quer fazer no futuro
- Então, pretendo terminar o curso que estou na faculdade, e abrir minha própria empresa.
O meu coração apertou quando ele falou aquilo. Como? Assim? 
Eu já nos imaginava juntos do outro lado do mundo servindo a Deus. Não acreditava mais no que estava acontecendo. O primeiro homem que eu estava amando de verdade não queria servir a Deus da forma que eu queria. Fiquei sem saber o que falar mais, até que ele perguntou:
- Falei algo errado? Que cara é essa?

sexta-feira, 10 de julho de 2015

"Altar ou Átrio?" - 8º Capítulo

Ele pediu para eu olhar para ele e disse:
- Preciso falar contigo, é sério.
- Sim? 
- Já um tempinho que estou sentindo algo por você, aceita orar comigo para ver se é da vontade de Deus?
Fiquei estática, sem reação alguma.
- Obreiro Leandro... Eu prometi a mim mesma que só pensaria na minha vida sentimental depois de ser obreira, e eu ainda nem fui consagrada ainda. Me dá um tempinho.
- Isso é uma maneira de dizer não?
- Isto é uma maneira de dizer que eu direi sim daqui um tempo, mas agora sim é não. 
- Eu vou te esperar.
- Tá ligado. 
- Quando você se sentir pronta para orar comigo me procura.

E logo chegou a Isa perto e interrompeu:
- Oi obreiro, oi Debora quer carona? -perguntou a Isa
- Pode ser sim amiga, vamos.
Disse tchau para o obreiro Leandro e fui embora para casa. 
Não conseguia pensar em mais nada do que naquela conversa, será que tinha feito bem? Eu não queria agir no impulso, na emoção. Fiz uma oração: "Senhor Jesus, eu quero que o senhor seja o primeiro na minha vida, eu sei de onde eu vim e eu não quero voltar para o mundo e viver iludida como eu vivia então por favor me dá o teu discernimento para saber o que é certo a fazer! Amém." 
Fui dormir e no dia seguinte era dia FJU, sai bem cedo de casa (umas 2h antes) e fui evangelizando jovens pelo caminho, consegui levar 3 para o FJU daquela tarde. A tribo que eu cuidava estava em 2º lugar nas pontuações, e aquela tribo que outrora tinha 4 jovens, hoje éramos por volta de 25 onde já 5 eram obreiros. Deus estava honrando essa tribo e a minha fé a cada dia que passava e eu cria que mais ainda estava por vir. 
Agora quem fazia as conexões do FJU era o Pastor e o obreiro Leandro, foi uma tarde muito animada, cheia de diversão e de muita música. 

Passou um mês e o Pastor avisou que a consagração dos novos obreiros seria no ultimo domingo do mês. Convidei minha mãe, e algumas colegas da escola para assistirem minha consagração. Esse dia foi muito forte, Deus me ungiu para salvar almas, Deus me escolheu para O servir e agora minha vida não seria mais igual. Deus me chamou e eu não neguei meu chamado nem minha fé até aqui! Naquele dia que fui consagrada, Deus me revelou o meu chamado, um grande desejo de fazer a obra de Deus no Altar tem crescido dentro de mim a cada dia. Não penso em mais anda além disso. A minha vida é do Altar.

Depois de uns 3 meses de estar como obreira consagrada, eu lembrei do obreiro Leandro e achei que estava na hora certa de cuidar da minha vida sentimental. 
Era uma quinta de tarde e estava me arrumando para ir para a Terapia do Amor e liguei para o obreiro Leandro quando estava saindo de casa:
- Oi obreiro, tudo bom?
- Debora, você pode me chamar de Leandro
- Tábom, rsrs, Leandro tudo bom?
- Bem melhor assim
- Você vai na terapia hoje?
- Já estou aqui na igreja, você precisa de algo?
- Na verdade sim, preciso falar contigo
- Quando você chegar a gente se encontra por aí
- Até já

Desliguei e saí de casa, no caminho para a igreja estava pensando na forma como falar, o que dizer, de que forma dizer...

Cheguei lá na igreja e não foi muito dificil de encontrar o obreiro Leandro sendo que não tinha chegado muito povo ainda. Cheguei perto dele:
- Olá-disse um pouco tímida
- Oi Débora, e aí? O que precisa de mim?
- O senhor disse que - ele logo me interrompeu
- Só Leandro...
- Então, você me disse para eu te procurar quando estivesse pronta para orar e...-disse essa frase toda gaguejando e com muitas pausas no meio-me desculpa, estou meio nervosa.
- Então deixa eu perguntar-disse ele- Débora, você quer orar comigo para ver se o nosso relacionamento é da vontade de Deus?